sábado, 25 de setembro de 2010

Protesto contra os" votos de protesto" do Tiririca.

Por causa de um pedido, vou falar de política. Não necessariamente da época de eleições e sim, das pessoas que votam. A política é uma coisa tão abrangente, que eu fiquei pensando sobre o que falar exatamente. Eis que acontece uma coisa ridícula que me mostrou sobre o que falar. Tava assistindo Tv (o que não é muito comum) e tinham uns populares, uns cientistas políticos e uns metidos a sabidões de política que estavam discutindo justamente a época de eleições. Estava tudo indo tão bem até que, falando de São Paulo, um dos cientistas políticos solta: "O Tiririca vai receber um milhão de votos de protesto". Nem se fosse um popular querendo se aparecer falando uma merda dessa, daria para relevar. Como assim, um milhão de votos de protesto? Será que esse mané pensa que a população brasileira é tão culta a ponto de votar no Tiririca por protesto? Talvez pense, mas claro que não é isso, Caralho. Esse milhão de pessoas talvez vote nele por que ele é engraçado, por que ele fala que vai "MORREEEER", MAS NÃO É POR PROTESTO PORRA NENHUMA. Sinceramente, a população não sabe o que fazer frente a uma situação dessas. A maioria nem conhece os outros candidatos a deputado Federal e o jeito é votar no Tiririca por que "pior do que tá não fica". Claro que fica, porra. O que me irrita, acima de tudo, é ver que o povo fica omisso, não descobre - ou não tenta descobrir, pelo menos - o que fazer pra melhorar. É pensar "Ah, só o meu voto não vai fazer diferença". O problema é que muita gente pensa assim. Um milhão de pessoas em São Paulo estão jogando o voto fora. Seja por que pensam assim ou por que acham o Tiririca engraçado. Sei lá... Só tenho certeza que a maioria dos eleitores dele não sabem nem o que ele está protestando. Nem ele sabe...


Uma coisa ninguém pode negar. A propaganda política do Tiririca é muito engraçada. Mas, e daí? Ele só é engraçado. Não serve para ser político.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

American Pie e a Universidade.

Podem tirar o cavalinho da chuva. A Universidade não é igual American Pie. Desde o momento em que os adolescentes assistem American Pie, eles sonham em entrar na Universidade só pra transar, beber e curtir muito. Eu não faço a mínima idéia se nos Estados Unidos as coisas acontecem de fato como nos filmes, mas aqui essa realidade passa longe.
Pelo menos nas Universidades Federais, a coisa passa realmente muito longe. Acho que é por que as meninas safadas passam a maior parte do tempo na putaria. Estudar? Que nada! A impressão que fica é que elas não querem se sustentar dos seus respectivos trabalhos. Quer dizer... er... de uma certa forma sim , mas, enfim... é por isso que os garotos que chegam na Universidade Federal a fim de encontrar sexo, drogas e rock'n roll saem de lá frustrados. Por só encontrarem meninas (aparentemente) recatadas, que passaram tempo estudando e que fingem muito bem que não gostam de "fazer uma onda". No meu caso, apesar de eu não ligar muito pra essas meninas atiradas, meus colegas de classe não deram sorte. Lá na minha sala só tem umas crentes estranhas que só falam de Deus e do assunto da próxima prova. Mas, falando do outro lado da moeda, nas universidades particulares acontece o reinado dos filhinhos de papai e das filhinhas de papai. Elas são gostosas, não escondem que gostam da safadeza, são meninas criadas a leite com pêra, com todo o carinho, mimadas, que não olham pro homem com quem elas vão sair e, sim, para o carro que elas vão sair, olhar para a carteira de quem está as levando pra sair. É assim que acontece e a tendência é piorar. Mas, é uma coisamuito mais sutil que American Pie. Universidade, mesmo que seja particular, não é igual American Pie, com festas em que as meninas mostram os seios e a orgia rola solta. Não é assim. Desistam.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Música Popular Brasileira

Ontem, meu irmão me veio com um papo estranho de que o Restart tinha ganhado o prêmio de MPB no VMB. Eu fiquei: "Caralho. Como? Isso é impossível!". Eu até falei na Universidade e as pessoas que ouviram ficaram tão abismadas quanto eu, com esse desrespeito à música.
Entretanto, confesso que dei uma analisada melhor e percebi que se eles tivessem realmente ganhado o prêmio de MPB, não seria tão estranho. Música Popular Brasileira não é um ritmo realmente popular. Chico Buarque, Elis Regina são ritmos refinados, elitistas. Ou existe algum favelado que ouve Chico Buarque? Talvez, mas em geral não. Claro que não. Eles preferem o Baile Funk e Mulher Melancia e ouvir Dança do Créu e Eguinha Pocotó, que são ritmos realmente populares. Sem contar as menininhas e os gays que ouvem Restart, Banda cine, Justin Bieber e afins. Infelizmente, são uma merda. Claro que nem tudo é que é popular é uma merda e muito menos é uma merda por que é popular. Mas, é uma pena que no Brasil seja assim: tudo que é uma merda, fica popular de uma forma avassaladora. Essa é a atual cultura brasileira e isso me deixa tão puto que não quero mais falar nada e também tenho de estudar. Até a próxima.